Os hindus tinham o hábito de usar anéis em suas cerimônias de casamento, simbolizando o compromisso. Esse costume foi absorvido pelos gregos e romanos da Antiguidade.
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Lenval
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Os habitantes da antiga Roma acreditavam que pelo quarto dedo da mão esquerda corria uma longa artéria que chegava até o coração... Eles chamavam essa artéria de “veia d´amore”. Por isso, os casais passaram a usar anéis de ferro imantado no quarto dedo, acreditando que a proximidade do imã com a “veia d´amore” – e com o coração - faria com que os cônjuges permanecessem atraídos um pelo outro, indefinidamente.
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Outras forntes, porém, afirmam que o uso das alianças nasceu já no Antigo Egito, com os faraós, que entendiam o círculo como um símbolo de eternidade, sem começo, meio e fim.
No Século IX, esta jóia passou a ser oficialmente indicada pela Igreja Católica como símbolo de amor e fidelidade no sagrado matrimônio cristão.
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Foi somente na Idade Média que materiais nobres como ouro e pedras preciosas passaram a compor as alianças e anéis de compromisso.
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Noivado
Atribui-se ao Papa Inocente III, no século XIII, a determinação do casal vivenciar um período de tempo entre a oficialização da intenção de se casar – hoje, o noivado, onde se dá o pedido de casamento – e a data efetiva das bodas. Graças a essa determinação papal, hoje temos os belos anéis de noivados, cuja primeira versão atribui-se a uma jóia que foi doada pelo Rei Maximiliano I, da Alemanha, à Maria de Burgundy, no ano de 1477.
E como amor e paixão nunca saem de moda, as alianças e anéis de noivado e casamento têm atravessado gerações, se reinventando em materiais, formas e cores, mas mantendo o mesmo fascínio e a mesma força simbólica da Antiguidade.
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Anel de descompromisso
Um anel de descompromisso – ou anel de solteiro – que informa que a pessoa está solteira? Existe sim, foi inventado na Suécia e chegou ao Brasil em 2006. Cada exemplar do anel de descompromisso tem um código, o qual o usuário utiliza para se cadastrar
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num website, o www.singelringen.com, passando a integrar a “Global Singelringen Community”, através da qual se comunica com os solteiros espalhados pelo mundo afora... Mas é claro que, por trás deste suposta apologia da solteirice”, podemos perceber uma intenção de dar um “sinal verde” para futuros pretendentes.
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