Sexta-feira, 10 de Fevereiro de 2012
Central de Notícias - Gestão
por Julio Silva
O controle e ajustes dos “custos” libera a percepção do “valor” real

Vivenciamos uma grande conscientização no Brasil: a da sensibilização empresarial e dos consumidores em uma nova ordem de mercado, com qualidade e produtividade. O consumidor ao buscar produtos de qualidade, derruba a lei de Gerson com o “levar vantagem”, e que contraria a nova consciência do mercado.
Neste cenário, as empresas no controle e ajustes dos “custos” liberam a percepção no “valor” real das joias e nos serviços disponibilizados ao consumidor.
Entendendo custo

Ao entender “custos”, temos uma nova realidade para eliminar a não qualidade muitas vezes não detectada por ingerência ou pela gerência empírica do “sempre foi assim...”. Isso não é aceitável no cenário da economia estável e competitiva. Não se pode acrescentar ao preço de venda: armazenagem, inspeção, retrabalho, etc...
Contrário ao custo, o “valor” observa qualidade como atendimento às reais exigências e necessidades. O valor é percebido pelo consumidor na relação do produto ou serviço com os seus respectivos preços. O famoso “bom, bonito e barato” vira “satisfação” para o consumidor.
Uma nova fórmula
Na atual realidade, uma nova ordem altera a fórmula tradicional do “preço de venda = custos + lucro” , dando lugar a inovação: “lucro = preço de venda - custos”..
Em algumas autópsias empresariais, é comum encontrarmos causas ainda como a confiança no estoque alto (poupança), margem de lucro em 50%, custo desperdício com matéria-prima, tempo, falta de criatividade de seus colaboradores, inspeções em excesso e a mais grave de todas: a crença de que o mercado irá comprar o que você quiser fazer.
A inovação que as empresas precisam fazer, em sua maioria deve atingir inicialmente seus próprios conceitos, para que possa estar preparada para atender à necessidades de seus clientes.
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