Sexta-feira, 10 de Fevereiro de 2012
Central de Notícias - Tendências
O elo perdido é aquele elemento fundamental para formar uma série ou a hipotética forma de transição entre o homem e o macaco.
Sem começo, meio ou fim, a forma do círculo pode encerrar, também, o conceito de eternidade. Com origem no latim annellus, significando anel, a palavra “elo” tem a ver com união e vínculo.

Vários elos entrelaçados de forma repetitiva compõem uma “corrente”, termo que por sua vez vem atrelado a conceitos como “articulação”, “união de partes, ricas de afinidades recíprocas, interligadas de alguma maneira numa série continuada.
Na Era da Informação, com a multiplicidade e a rapidez da moderna tecnologia, rápidos e intrincados links são firmados em nosso meio profissional e pessoal. Nesse cenário, a idéia de longas e múltiplas correntes que se articulam e se entrelaçam parece fazer bastante sentido.
De quebra, um irresistível ar nostálgico – dos 60 e 70 – que agrada aos corações mais experientes e fascina as novas gerações, alegrando jovens pescoços, punhos, tornozelos e cinturas.

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